Fotos: Mário Rui Monteiro @sportonstage

Depois de cumprido um emotivo minuto de silêncio sobre a trágica e infeliz morte do jogador do Tenerife Jesus de Miguel, começou o jogo.
O FC Porto iniciou a partida muito bem, pressionando o Nápoles no seu meio campo, com Gabri Veiga a assumir o papel de Patrão da equipa de Farioli. A primeira meia hora foi de total domínio azul branco, e foi sem surpresa que o Porto inaugurou o marcador na marcação de um canto. Bednarek elevou-se mais alto que toda a defensiva napolitana e marcou de cabeça. Decorriam onze minutos.
Perto do intervalo, balde de água fria: o Nápoles empatou o jogo por intermédio de Mctominay, que aproveitou a passividade da equipa portista.

Quando se pensava que na segunda parte o Porto entrava ao ataque, foi o Nápoles que acabou por dominar, perante o recuo da equipa portista. Os adeptos não gostavam, e Farioli mexeu na equipa, fazendo entrar Samu para o lugar de André Silva. Depois Martinez e Zaidu. E foi com um bom passe de Martinez num contra-ataque que Gabri Veiga marcou um emotivo 2-1. O Porto passava para a frente e o fantasma da quarta derrota acabou por abandonar o Dragão. Entrraram depois Inbeom Hwang e Fontana, que refrescaram o meio campo portista. E foi na marcação de um canto por I. Hwang que o Porto marcou o terceiro golo aos oitenta minutos através do companheiro do eixo da defesa de Bednarek, Kiwior, que marcou um golo passado a papel químico do primeiro. Os adeptos respiravam de alívio, e melhor ficaram quando Samu marcou o quarto na transformação de uma grande penalidade aos 90′.

Grande noite europeia no Dragão que dia 24 vai defrontar na Holanda o Feyenoord, e precisa vencer para continuar em frente na Liga dos Campeões.
