Foto: Mário Rui Monteiro @sportonstage
O jogo tinha tudo para correr de feição para o Porto: um início fulgurante, com duas oportunidades de golo flagrantes e à terceira foi de vez. William Gomes encostou no 2º poste a passe de Gabri Veiga. Estava feito o primeiro golo, decorriam 11 minutos e tudo corria bem para a equipa de Farioli. Mas o futebol é imprevisível. Um passe mal medido de Martim Fernandes para Diogo Costa, e a bola foi direita para a baliza azul e branca. Estavam decorridos apenas 13 minutos! Um golo caricato, mas infeliz. A infelicidade de Martim Fernandes não ficou pelo lance do golo. Três minutos depois, lesiona-se, possivelmente com gravidade, e teve de sair, dando o lugar a Alberto Costa. Em cinco minutos tudo muda. O FC Porto ficou intranquilo, e a equipa de Vítor Pereira, antigo treinador dos Dragões, tomou conta do jogo. O Porto recuou, e o Forest acreditou. Chegou o intervalo, os ânimos acalmaram, e o Porto entrou para a segunda parte com outra vontade. Mas foi apenas quando Farioli fez entrar Victor Froholdt que o Porto mudou a velocidade e criou mais lances de perigo. Não marcou, mas esteve perto, para desespero dos adeptos portistas. O Nottingham Forest levou alguns milhares de adeptos, que cantaram o jogo todo, e vão assistir à 2 parte da eliminatória no seu Estádio de hoje a uma semana, dia 16 de abril. No outro jogo de uma equipa portuguesa, o Braga empatou também em casa, 1-1 com o Bétis.
